‘The Dark Forest’ was a research project throughout 2009/10, an artistic and educational exchange between the UK and Brazil exploring the past, present and future of our forests.The second phase of The Dark Forest Project involved a schools exchange between Nottingham, UK and Rio De Janiero, Brazil.  These involved Active Ingredient in the UK and Silvia Leal (from Estudio Movil Experimental) in Brazil working with school groups over six sessions.

The exchange between both schools and documentation of the workshops took place on the Dark Forest NING website.  Unfortunately this is not a public website in order to provide a safe place for the young people to interact and share information.  A final online exhibition of the work made by the young people will be available at the end of the workshop process, alongside documentation of the process and resources for future educational activities looking at the Dark Forest themes.

Aims of the Workshops:

1.    To test and explore the sensor technology and web interface that will be used by the artists to develop an artwork connecting the two forest environments.
2.    Create an education exchange between schools in Rio and Nottingham
3.    Create an artwork to exhibit in the school that interprets the students relationship to both forests in the UK and Brazil
4.    Create an online resource of creative and scientific data to be available to schools to explore the future of our forests

Objectives of the Workshops:
1.    Look at the past, present and future of the forests in our region
2.    Look at the science and technology we can use to understand what is happening to our forests in these times of climate change
3.    Develop an ongoing exchange between the schools, using the online resources, sensor technologies and creative process towards cross-curriculum learning about the forests, climate change and human’s impact on their environment.

The Schools :
The exchange occurred between Djanogly Academy, Nottingham and the Escola Camilo Castelo Branco with NEA, Rio Botanical Gardens Education Programme, Rio de Janiero.  The school groups worked in a classroom environment for 3 sessions and in Sherwood Forest (UK) and the Tijuca Atlantic Forest (Brazil) for an additional 3 sessions.

Both school groups shared an online web space to upload photographs, audio, text and video. The groups  asked each other questions and set each other tasks to investigate when they were in the forest environments and to share their findings on their return.  A presentation will take place in both school groups at the end of the workshop sessions that reflects the dialogue between the two groups and the two forests.

Logs with Funghi in the Mata Atlantica and Sherwood, rotting wood is vital to support insects, birds and biodiversity in the forest

Themes:
1.     Present:  Exploring the present environment of the forest, capturing data in the forest including:
•    Humidity
•    Temperature
•    Atmospheric Pressure
•    Decibels
•    Photographs
•    Audio
•    Video
•    Drawings
•    Collecting found objects

2.     Past:  Discovering information about the history and myths that surround the forest:
•    Stories
•    Images
•    Clues in the present

3.     Future:
•    Discussing the future of the forest
•    How will the forest survive?
•    How will the sensor data change?
•    Imagining the future

Trocas


Um Projeto de Arte Anglo-Brasileiro Explorando Tecnologia Móvel em Meio Ambiente Natural


• Projeto
• Participar
• Visualização
• YSP - Estadia
• Histórico
• Trocas
• Parceiros
• BLOG
• DADOS

“A Floresta Escura” foi um projeto de investigação durante 2009/10, um intercâmbio artístico e educacional entre o Reino Unido e o Brasil explorando o passado, o presente e o futuro de nossas florestas.


A Floresta Escura de Rachel Jacobs no Vimeo


A segunda fase do Projeto envolveu um intercâmbio entre escolas de Nottingham, Reino Unido e Rio Janeiro, Brasil. Os envolvidos com o Ingrediente Ativo no Reino Unido e Sílvia Leal (do Estúdio Móvel Experimental), no Brasil, trabalhando com grupos de escolas ao longo de seis sessões.

O intercâmbio entre ambas as escolas e a documentação das oficinas ocorreram no

site da Floresta Escura NING. Infelizmente este não é um site público, a fim de
proporcionar um local seguro para os jovens interagirem e compartilharem informações. A última exposição online do trabalho feita pelos jovens estará disponíveis no final do processo da oficina, juntamente com a documentação do
processo e recursos para as futuras atividades educativas baseados nos temas do Floresta Escura.

Objetivos das Oficinas:

1. Testar e explorar a tecnologia de sensores e interface da internet que serão usados pelos artistas para desenvolver uma arte que conecta os dois ambientes de floresta.
2. Criar um intercâmbio educacional entre as escolas no Rio de Janeiro e Nottingham
3. Criar uma obra de arte para exibição na escola que interprete a relação de alunos em ambas as florestas no Reino Unido e no Brasil
4. Criar um recurso online de dados criativos e científicos à disposição das escolas para examinar
o futuro das nossas florestas

Objetivos das Oficinas:
1. Examinar o futuro, passado, e presente das florestas em nossa região
2. Examinar a ciência e tecnologia que podemos utilizar para entender o que está acontecendo com nossas florestas nestes tempos de mudança climática
3. Desenvolver um intercâmbio permanente entre as escolas, utilizando os recursos online, tecnologias de sensores, e processo criativo para a transversalidade do aprendizado sobre as florestas, mudança climática e do impacto humano sobre o ambiente

As Escolas:
A troca ocorreu entre a Escola Djanogly, de Nottingham , e a Escola Camilo Castelo Branco com o NEA, Programa de Educação do Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Os grupos escolares trabalharam em ambiente de sala de aula por três sessões e na Floresta de Sherwood (UK), na Tijuca, Mata Atlântica (Brasil) por um período adicional de 3 sessões.

Ambos os grupos escolares compartilharam um espaço na internet para fazer carregamento online de fotografias, textos, áudio e vídeo. Os grupos fizeram perguntas uns aos outros, e deram outras tarefas para cada um investigar enquanto estavam no ambiente da floresta e para compartilhar as suas conclusões no seu regresso. Uma apresentação será feita em ambos os grupos escolares no final das sessões de trabalho, refletindo o diálogo entre os dois grupos e as duas florestas.

Temas:
1. Presente: Explorar o ambiente atual do floresta, capturar dados na floresta, incluindo:

Umidade
Temperatura
Pressão atmosférica
Decibéis
Fotografias
Áudio
Vídeo
Desenhos
Coleta de objetos encontrados

2. Passado: Descobrir informações sobre a história e mitos que cercam a floresta:
Histórias
Imagens
Indícios no presente

3. Futuro:
Discutir o futuro da floresta
Como a floresta sobreviverá?
Como os dados do sensor de mudarão?
Imaginar o futuro